22 October, 2019

Obras de arte reimaginadas em meio a destruição na Síria

Depois de presenciar toda a violência acontecendo em sua terra natal, o artista sírio Tammam Azzam decidiu que iria usar sua habilidade artística para fazer uma declaração. Após viver durante os primeiros sete meses de revolução com sua família, o artista escapou de Damasco. O pintor havia perdido seu estúdio na guerra, migrando então para a arte digital.

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No início de 2013 , Azzam virou manchete em todo o mundo quando a peça acima, intitulada Graffiti da Liberdade viralizou na internet. Nela, uma famosa pintura de Gustav Klimt – O Beijo, inserida com photoshop em um edifício crivado de balas em Damasco. A partir daí, ele trabalhou em uma série chamada Museu sírio que pega obras de arte e as combina com cenas reais de devastação em toda a Síria.

O projeto destina-se a chamar a atenção para a destruição do patrimônio cultural na Síria e ao mesmo tempo um paralelo de como a destruição também é capaz de infligir as maiores conquistas da humanidade.

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“Andy Warhol’s Elvis”

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“Edvard Munch – O Grito”

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“Vincent van Gogh’s – Noite Estrelada”

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“Francisco Goya – 3 de maio de 1808″

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“Henry Matisse – A Dança”

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“Paul Gauguin – Mulher Tahitiana na Praia”

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“Salvador Dali – Sono”

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“Leonardo da Vinci – Mona Lisa”

Via My Modern Met

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