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Rafael Silveira assina identidade visual do Olhar de Cinema em 2026

Olhar de Cinema (Divulgação)

Para celebrar sua trajetória e marcar mais de uma década e meia de sucesso, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba acaba de apresentar sua mais nova identidade visual para a 15ª edição, que acontece de 4 a 13 de junho de 2026. 

Para a edição de 2026, o festival convidou o artista curitibano Rafael Silveira, cujas obras se destacam por um estilo único, inventivo e com fortes toques de surrealismo, características que espelham a curadoria do Olhar de Cinema ao longo dos anos. 

“Em meu universo artístico há uma série de pinturas com retratos em que o rosto do personagem dá lugar a paisagens e narrativas que exploram os enigmáticos universos que existem dentro de cada um de nós. Costumo dizer que esses retratos não são pessoas, são sensações. E foi aí que encontrei o caminho perfeito para expressar essa sensação de amadurecimento que marca essa edição”, comenta o artista Rafael Silveira. 

Cartaz oficial da 15ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, com arte de Rafael Silveira – Crédito: Rafael Silveira (Divulgação)

Fiquei pensando sobre o significado desta expressão. Seus desdobramentos. O que realmente muda quando a idade chega? Cada fase da vida, revela uma série de descobertas. Não é só o mundo que muda. Nós mudamos. Nosso olhar sobre a mesma coisa muda também. É como se o tempo fosse um vento que nos transporta para além da neblina, um lugar mágico onde a paisagem se revela e nos dá o privilégio de ter uma visão panorâmica da vida”, completa. 

Em 2025, a identidade visual do evento foi desenvolvida pelo artista Rimon Guimarães. Mas agora, diferente dos anos anteriores, em que a temática buscava um diálogo mais amplo com a sociedade, a 15ª edição é um olhar para dentro, tendo como conceito norteador o “Coming of Age”, um gênero cinematográfico que aqui serve de metáfora para a própria evolução e amadurecimento do evento. 

“O Rafael Silveira tem um estilo único e não é difícil reconhecer suas obras, sendo uma característica que conversa muito com os filmes que a gente sempre traz para o Olhar de Cinema. Além disso, a nossa curadoria sempre se propôs a pensar em filmes que contam com algo único, ousado e inventivo, aspectos em comum com a obra de Rafael Silveira, inclusive o surrealismo”, explica Milena Fransolino, diretora geral e de criação e experiência do festival. 

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