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Bienal de São Paulo leva exposições para Goiânia, Rio e Curitiba em março

Registro de obra de Márcia Falcão na 36ª Bienal de São Paulo - Foto: Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo (Divulgação)

A Fundação Bienal de São Paulo inicia o mês de março com o programa de mostras itinerantes da 36ª edição, em 2026, levando recortes da exposição principal a três capitais do país.

A programação começa no dia 3, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia, que recebe 14 artistas para o público do Centro-Oeste. No sábado seguinte, dia 7, o Museu de Arte do Rio abre uma mostra com obras de 20 participantes. Entre os destaques está uma instalação de Olu Oguibe, exibida na fachada da instituição desde o início da 36ª Bienal de São Paulo. No dia 19, Curitiba entra no circuito com uma exposição no Museu Oscar Niemeyer, que participa do programa pela terceira vez.

Ao todo, mais de dez cidades no Brasil e no exterior receberão exposições da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática. Cada itinerância conta com curadoria de um integrante da equipe conceitual da edição. A mostra no Rio de Janeiro é assinada pela cocuradora Keyna Eleison. Em Goiânia, a organização é do cocurador Thiago de Paula Souza. Já em Curitiba, a seleção fica a cargo da cocuradora Anna Roberta Goetz.

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Realizadas de forma contínua desde 2011, as itinerâncias consolidaram-se como parte estruturante da Bienal. A proposta amplia o alcance das obras e dos debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, em São Paulo, ao adaptá-los a diferentes contextos locais.

Com isso, as exposições ganham novas leituras e estabelecem relações diretas com públicos de outras cidades, que podem aproveitar e acompanhar o evento, que já acontece desde 1951, para além do eixo principal da mostra.

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